Mudar o mundo pode significar várias coisas para várias pessoas. Mas para estas líderes mudar o mundo é olhar para uma comunidade, um país e oferecer-lhe a solução para uma vida melhor.
Ao longo do últimos dois anos o mundo foi atingido por várias crises, incluindo uma pandemia global que atingiu milhões de pessoas, devastando a economia de muitos países, nomeadamente os mais frágeis.
Curiosamente e de acordo com um estudo, elaborado pelo Centro de Pesquisa de Política Económica e do Fórum Económico Mundial, os países liderados por mulheres apresentaram resultados “sistematicamente e significativamente melhores” no que diz respeito à Covid-19, muito graças à “proatividade e respostas políticas coordenadas”, dadas no feminino.
Nestes tempos desafiantes, as líderes políticas, por todo o mundo, ofereceram modelos de liderança criativa, reflexiva e decisiva, insurgindo-se contra a injustiça e defendendo os direitos humanos, sempre com perspetivas de progresso e otimismo, mesmo nas circunstâncias mais difíceis.
Um desses exemplos é Kamala Harris nos Estados Unidos. Depois da eleição presidencial mais importante da história, dos últimos tempos, os americanos elegeram Joe Biden juntamente com Kamala Harris, que se tornou a primeira mulher, a primeira negra e a primeira índia-americana a ocupar o cargo de vice-presidente dos Estados Unidos. A sua longa carreira envolveu a destruição de muitas barreiras, desde ser a primeira mulher a servir como procuradora distrital de São Francisco a ser a primeira índia-americana eleita para o Senado dos Estados Unidos.
Do outro lado do mundo, está a presidente neo-zelandesa Jacinda Ardern, conhecida e elogiada por liderar uma das respostas ao coronavírus mais bem-sucedidas do mundo. Depois de tomar posse, selecionou o gabinete com mais diversidade da história da Nova Zelândia. Dos 20 membros, oito são mulheres, cinco são Māori, três são Pasifika e três são LGBTQ, representando pela primeira vez todos os neozelandeses.
Incluída na lista das 100 pessoas mais influentes de 2020 da revista Time, Bilkis Dadi, de 82 anos, tornou-se num lembrete poderoso das coisas pelas quais vale a pena lutar. Quando no final de 2019, o primeiro-ministro indiano Narendra Modi e o seu partido de direita Bharatiya Janata promulgaram a Lei de Emenda da Cidadania, que discrimina especificamente os muçulmanos ao introduzir a religião como um critério para a cidadania, Bilkis Dadi juntou-se a milhares de outras pessoas num bairro muçulmano em Delhi para protestar. Todos os dias, Bilkis sentava-se no local do protesto de manhã à noite, sem nunca se intimidar pelas forças anti-democráticas.
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