A pergunta impõe-se: quando a pandemia terminar, quais serão as indústrias criativas que vão ajudar a impulsionar a recuperação do mundo?
O mundo “fechou” e o universo criativo teve de se adaptar. Museus e espaços criativos por todo o mundo criaram novas formas de observar a arte e de a sentir. Lançaram exposições virtuais, programas culturais para serem vistos e ouvidos a partir de casa; artistas, cantores e atores brindaram-nos com as suas performances ao vivo nas redes sociais.
Os tempos incertos e mais difíceis estimularam a criatividade e a sobrevivência de muitos. Mas como ? A história responde. E diz-nos que nestas alturas, a criatividade costuma sair vencedora, levando a novas formas de pensamento e ao aparecimento de inovações e soluções muito além do que a imaginação alcança.
Assiste-se a uma mudança e espera-se, com esperança, que esta represente uma oportunidade para redefinir, reiniciar e criar uma base sólida para o futuro. E é precisamente esta ideia de transformação e renovação que parece urgente em todo o mundo e que tantas perguntas suscita: que impacto tem este ênfase maior na inovação digital nas nossas vidas? Que tipo de publico querem as empresas atingir? Como vão comunicar os seus produtos? Que mudanças estão ainda por vir?
Especulações à parte, muitas empresas optaram, no momento, por responder às circunstâncias como elas são: às vezes com imaginação, outras com pragmática. Mas todas com uma certeza: uma grande mudança está em curso !
A tecnologia desempenha já um papel fulcral. E no meio, o meio ambiental e a habilidade artesanal que sairam reforçados desta pandemia.
O que é local é mesmo bom e recomenda-se!
A criatividade nunca pára, de forma nenhuma. Precisa de continuar a mover-se. E cabe a cada um encontrar uma maneira de fazer isso acontecer.
